Nos últimos dois anos, a Universidade do Estado da Bahia (Uneb) conseguiu tramitar e aprovar na Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes)/MEC oito novos cursos de pós-graduação stricto sensu, sediados nos campi da Capital e do Interior do estado. O êxito na aprovação dos novos programas em pouco tempo pode ser creditado, principalmente, ao planejamento estratégico da Pró-Reitoria de Pesquisa e Ensino de Pós-Graduação (PPG) da Uneb, voltado ao desenvolvimento de políticas efetivas de ampliação dos programas stricto sensu, assim como da pesquisa, internacionalização e inovação, envolvendo todos os departamentos e campi da universidade.
Na avaliação da pró-reitora Tânia Hetkowski, os dois últimos anos, em especial 2018, foram muito importantes à interiorização da pós-graduação e à qualificação das ações acadêmicas e de pesquisa na consolidação da multicampia da universidade.
“Ampliamos a pós-graduação de 17 para 25 programas stricto sensu neste curto espaço de tempo, com potencial de aprovação de mais dois cursos, em breve. Isso demonstra o compromisso da gestão da Uneb e de seus professores com a formação qualificada em nível de pós-graduação e com o desenvolvimento de pesquisas tecnológicas e inovadoras para o estado e a região”, afirma a pró-reitora, destacando ainda o compromisso com “a difusão de pesquisas de excelência produzidas nos territórios da Bahia onde a universidade se faz presente e inclusiva”.
Juazeiro
Os dois cursos de pós-graduação citados pela pró-reitora que devem ser analisados pela Capes são o de doutorado do Programa de Crítica Cultural (Pós-Crítica), sediado no campus de Alagoinhas, e o Mestrado Profissional em Gestão de Processos Comunicativos e Inovação Social, no campus de Juazeiro. O reitor da Uneb, José Bites, lembra que os novos programas não vão demandar maiores recursos orçamentários da instituição porque “foram bem planejados para aproveitar a infraestrutura, laboratórios e o corpo docente qualificado do quadro efetivo da universidade”.
“Com o atual contingenciamento no orçamento das universidades estaduais, por força da crise nacional que atinge o estado, devemos continuar avançando em nossas ações universitárias sempre que possível otimizando os recursos já disponíveis”, assinala o reitor.
A PPG acrescenta que as propostas para esses novos cursos permearam orientações e encaminhamentos junto aos diretores de departamento responsáveis, com análise e aprovação pelos colegiados departamentais e com o discernimento da comissão e dos coordenadores de que os novos programas devem ser agregados ao funcionamento e à dinâmica dos departamentos. Com informações da assessoria.
O Campus de Eunápolis continua os mesmos problemas d época de Valentim. Aliás, parece que tem dente de porco enterrado ali.
Infelizmente o certificado do Curso de Pós-crítica nem é aceito em algumas instituições de ensino superior ou em títulos de concurso público. A universidade pública não está preocupada em ofertar algo útil para a sociedade, ficam criando maluquices para encher o ego de alguns “PhD s”. A gente precisa de um mestrado em educação antes que a EAD resolva todos os problemas.
Como assim, Jeferson Mendes?
O doutorado de Alagoinhas não é reconhecido pelo MEC?